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Começamos com o conflito no Médio Oriente. As forças de defesa de Israel emitiram alertas de evacuação para nove aldeias no sul do Líbano, preparando novos ataques ao território. Segundo o 'Times of Israel', Tel Aviv alega violações do acordo de cessar-fogo pelo Hezbollah e afirma que agirá com força, mas sem intenção de causar danos a civis.
Donald Trump aguarda a resposta do Irão à proposta de paz norte-americana, admitindo retomar a escolta de navios no Estreito de Ormuz. Marco Rubio, em Roma, manifestou a mesma expectativa.
Na Ucrânia, está em vigor o segundo cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia em uma semana. Moscovo e Kiev vão trocar mil prisioneiros de cada lado. O especialista Bernardo Valente, ouvido pela Rádio Observador, expressou dúvidas sobre a durabilidade da trégua, mas considera qualquer pausa nas hostilidades uma boa notícia.
A Rússia deixa a porta aberta para retomar o diálogo com a Europa, mas recusa dar o primeiro passo, segundo Dmitry Peskov.
Na Hungria, Peter Magyar toma posse como primeiro-ministro, após derrotar Viktor Orbán. Milhares de pessoas são esperadas em Budapeste para celebrar a mudança de regime.
O diretor-geral da OMS desloca-se às Canárias para coordenar a retirada de passageiros de um cruzeiro afetado pelo hantavírus. Seis casos estão confirmados, e a Argentina enviará testes e apoio técnico.
Em Portugal, o governo reduz o desconto extraordinário no imposto sobre produtos petrolíferos, resultando numa descida menos acentuada dos combustíveis na próxima semana.
O Tribunal Constitucional chumbou a perda de nacionalidade como pena acessória, considerando-a discriminatória. O PSD evita conflitos institucionais, enquanto o Chega admite um referendo.
No desporto, o Rally de Portugal prossegue com Sébastien Ogier na liderança, seguido de Thierry Neuville e Sami Pajari.