Restauração em Portugal: setor reclama de crise, Banco de Portugal vê excesso de oferta

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Depois de alguma agitação no início do ano, a conversa sobre a crise na restauração parecia ter começado a acalmar, quando o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, veio reacender a discussão, lançando números para cima da mesa e, com eles, uma mensagem clara: não há crise. Mensagem recebida, naturalmente, com indignação pelo sector, que sente na pele um contexto difícil e que pede ajudas ao Estado — um apoio prometido em Janeiro (até 60 mil euros e reestruturação das dívidas dos empréstimos contratualizados durante a pandemia) e que ainda não se materializaram.

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