• 05:15As notícias das 5h
  • 05:02O perigo escondido no primeiro jogo de Portugal
  • 04:124h. Encontrado corpo de jovem junto à barra de Albufeira
  • 03:59Quatro anos depois, o mundo continua a ser apenas e só dele
  • 03:143h. Roberto Martinez: seleção portuguesa fala a uma só voz
  • 02:15Atuar como tropa de elite
  • 02:152h. Mundial 2026. Para Bruno Fernandes não é proibido sonhar
  • 01:21É possível fazer qualquer iguaria se a base for Haaland
  • 01:02GoPro retirada do corpo de jovem lançada de ponte sem corda
Ver mais →

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Portugal entrou hoje em campo no Campeonato do Mundo de Futebol. Na antevisão à partida frente à República Democrática do Congo, Roberto Martínez realçou que a Seleção Nacional está unida numa só voz. O selecionador compreende os discursos ambiciosos do presidente da federação e dos jogadores acerca da conquista da prova, mas afirma que, na qualidade de selecionador, deve olhar para o percurso de Portugal com racionalidade.

“Faz sentido que o nosso presidente, que o nosso capitão falem do sonho. Eu também tenho o sonho e temos o mesmo, mas a minha responsabilidade é mostrar que o mundial ganha-se racionalmente e com um caminho muito bem marcado. Então, estamos a falar de diferentes vozes. Há uma voz geral e depois há uma voz chata, que é racional, explica o caminho e que utiliza a experiência do terceiro mundial, de muitos jogos na seleção, mas é uma voz”, afirmou.

De olhos postos na seleção do Congo, Roberto Martínez esclareceu que a seleção africana tem semelhanças com a Nigéria, realçou o trajeto de qualificação da equipa congolesa e acrescentou que o adversário é muito flexível taticamente.

“É uma equipa que eu diria que é muito flexível taticamente, não é só uma equipa de defender o bloco baixo. Já tivemos a experiência com a Nigéria, as equipas africanas agora estão muito bem desenvolvidas, conseguem fazer uma pressão do bloco médio, alto, agressivos, gostam dos duelos físicos, um jogo vertical, quando têm bola descoberta, exploram os espaços na linha defensiva muito bem. Há jogadores europeus, ou que jogam nas ligas mais importantes na Europa, como o Bakambu, o Wissa, o Theo Bongonda”, disse.

O selecionador nacional deu conta ainda de uma ausência de peso: o central Rúben Dias está fora por lesão. Quanto ao futuro ao leme da equipa das Quinas, adiou essa decisão para depois do Campeonato do Mundo. Na conferência de imprensa esteve também presente Bruno Fernandes. O médio do Manchester United afirmou que não é proibido sonhar e explicou a presença dos jogadores portugueses nas praias da Flórida. O jogador de 31 anos avisou que a atual convocatória ainda não pode ser considerada a melhor geração de sempre, pois ainda não ganhou o título mundial. Por isso, pediu calma em festejos antecipados, mas adiantou que não é proibido sonhar.

“O nosso sonho está lá, aquilo que nós queremos, estamos bem cientes disso. Acho que sonhar não é proibido, mas o nosso foco principal, agora que começa o mundial, é o jogo de amanhã e tem que ser assim, ir jogo a jogo, porque se queremos realmente ser intitulados como a melhor seleção de sempre portuguesa, eu acho que temos que pensar primeiro no próximo passo e não muitos passos à frente”, concluiu.