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Sempre que começa um Campeonato do Mundo, um país inteiro enche-se de esperança. Do Amapá ao Rio Grande do Sul, do Acre à Paraíba, o Brasil volta a sonhar com o hexa de quatro em quatro anos e sem grandes ressalvas na hora de alimentar esperanças, expectativas e objetivos. Em 2026, com um novo Mundial, o sonho voltava a existir.

E a verdade é que, como os próprios brasileiros garantiam, este Campeonato do Mundo acontecia em condições inéditas. “Hoje começa mais uma Copa do Mundo. A primeira sem Pelé. A primeira sem Zagallo. Mas toda vez que a amarelinha entrar em campo, eles entram junto. E olha só: hoje é dia 13. Então já sabe. Bora acreditar. Bora atrás da sexta estrela. Pelo Brasil. Por eles”, escreveu a Confederação Brasileira de Futebol nas redes sociais, deixando bem claro que todos correriam por Pelé e Mário Zagallo, ambos campeões do mundo.

Hoje começa mais uma Copa do Mundo.

A primeira sem Pelé. A primeira sem Zagallo.

Mas toda vez que a amarelinha entrar em campo, eles entram junto.

E olha só: hoje é dia 13.

Então já sabe. Bora acreditar.

Bora atrás da sexta estrela.

Pelo Brasil. Por eles. ????????⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ pic.twitter.com/CfAEa39CyS

— brasil (@CBF_Futebol) June 13, 2026

Com Carlo Ancelotti ao leme, numa clara aposta num treinador europeu, habituado a ganhar e experiente a potenciar talento canarinho, os brasileiros estreavam-se neste Mundial 2026 com um dos jogos de cartaz da fase de grupos — contra Marrocos, uma das melhores seleções africanas que conquistou a CAN no início do ano, ainda que na secretaria e com muita polémica à mistura depois do castigo imposto ao Senegal. Mais do que isso, e agora com Mohamed Ouahbi como selecionador, os marroquinos estavam no Campeonato do Mundo com o objetivo claro de não colocar qualquer teto nas ambições depois das meias-finais de 2022.

Assim, no MetLife Stadium de Nova Jérsia onde vai acontecer a final, Carlo Ancelotti ainda não contava com Neymar, que continua a recuperar de lesão e não surgia na convocatória. Igor Thiago era a referência ofensiva dos brasileiros, apoiado por Raphinha, Lucas Paquetá e Vinícius, enquanto que Mohamed Ouahbi tinha Achraf Hakimi, Mazraoui e Brahim Díaz no onze, deixando Amrabat no banco.

Durante cerca de 20 minutos, só uma equipa esteve em campo. Marrocos dominou completamente o Brasil no arranque do jogo, atuando inserido no meio-campo contrário e sem qualquer reação adversária, já que o conjunto de Carlo Ancelotti permanecia apático e sem capacidade para sair sequer a jogar. A dada altura, a superioridade deu frutos, com Ismael Saibari a abrir o marcador com um chapéu brilhante na cara de Alisson após uma grande assistência de Brahim Díaz (21′).

Saibari abre o marcador para Marrocos! ????????#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #Brasil #Marrocos #betano pic.twitter.com/ka7tumC1hR